lunes, 21 de diciembre de 2015

La Ñ, símbolo del español


La consonante “Ñ” es una de las letras más características y personales del español. Nació en la Edad Media para ahorrar letras y gastar menos papel y esfuerzo a la hora de escribir manuscritos o de imprimir. Por tanto, la “nn” de las palabras “anno” o “hispannia” fue abreviada poniendo una “n” más pequeña encima de la otra “n”.
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Con el paso de los años, esa “n” pequeña se transformó en lo que hoy conocemos como virgulilla. En el siglo XIV se extendió su uso y en 1492 se incluyó en la Gramática de Nebrija. Fue entonces cuando nació una de las letras más importantes en España, la “Ñ”. Sin ella no podríamos decir palabras tan españolas como morriña, España, español, niño, cumpleaños, montaña,…
Cuando aparecieron las nuevas tecnologías, la letra Ñ quedó en desuso porque no aparecía en los teclados que se vendían en nuestro país. El gobierno español realizó una lucha para la conservación de esta letra ya que la lengua española no tiene sentido sin la “Ñ”. Tanto la Real Academia Española como importantes figuras del sector de la cultura como García Márquez se manifestaron para que esta consonante tuviera el reconocimiento internacional. Actualmente, la “Ñ” es considerada un símbolo en un idioma que cuenta con aproximadamente más de 500 millones de hablantes, el español.
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martes, 15 de diciembre de 2015

Portaria do Curso



  DETALHES DA IES  
CNPJ do IFRR: 84.042.415/0001-18

(Código) Nome da IES: 
(3184) INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA - IFRR

  DETALHES DO CURSO

(Código) Grau: 
(111510) Licenciatura em LETRAS - ESPANHOL E LITERATURA HISPÂNICA
Modalidade: 
Educação Presencial

  ATO REGULATÓRIO

Ato Regulatório: 
Reconhecimento de Curso
Prazo de validade: 
Vinculado ao Ciclo Avaliativo
Tipo de documento: 
Portaria
No. Documento: 
Portaria 45 de 22/01/2015.
Data do Documento: 
22/01/2015
Data de Publicação D.O.U: 
23/01/2015
No. Parecer / Despacho: 
Portaria DIREG/MEC
Data do Despacho: 
23/01/2015

Ato Regulatório: 
Autorização
Prazo de validade: 
Art. 35 Decreto 5.773/06 (Redação dada pelo Art. 2 Decreto 6.303/07)
Tipo de documento: 
Resolução
No. Documento: 
056
Data do Documento: 

Data de Publicação D.O.U: 
28/12/2006
No. Parecer / Despacho: 

Data do Despacho: 

Código
Modalidade
Grau
Curso
UF
Município
ENADE
CPC
CC
1175171
A Distância
Licenciatura
   LETRAS - ESPANHOL E LITERATURA HISPÂNICA
RR
 Vários municípios
-
-
-
111510
Presencial
Licenciatura
   LETRAS - ESPANHOL E LITERATURA HISPÂNICA
RR
 Boa Vista
3
-
3

Aprovação do curso de espanhol

INEP/MEC reconhece o Curso em Letras Espanhol e Literatura Hispânica na modalidade EAD do Câmpus Boa Vista

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por Carlos Felipe Rocha Carneiro — publicado 08/04/2015 08h15, última modificação 08/04/2015 10h09
INEP/MEC reconhece o Curso em Letras Espanhol e Literatura Hispânica na modalidade EAD do Câmpus Boa Vista
No período de 23 a 25 de março de 2015, a comissão de avaliação do INEP/MEC, esteve no Câmpus Boa Vista com o objetivo de avaliar e reconhecer o Curso de em Letras Espanhol e Literatura Hispânica na modalidade EAD.
Durante a avaliação, a comissão utilizou o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), Projeto Pedagógico de Curso (PPC), Projeto Político Institucional (PPI). Foram consultados também o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores, Relatórios de Autoavaliação, Currículo Lattes e registro dos docentes, Resoluções, Portarias, Atas de Reuniões e demais relatórios apresentados pela Instituição, além dos dados institucionais veiculados na web como base para a análise  de reconhecimento.
A comissão, tendo em vista o despacho saneador inserido no formulário e-MEC, procurou aprofundar sua visão na visita "in loco", tanto no Câmpus Boa Vista como no Polo UNIVIRR, onde ocorrem os encontros presenciais do curso.
Os resultados da análise da comissão sobre os elementos observados destacam que o PPC (Plano Pedagógico de Curso) contempla muito bem as demandas de natureza econômica e social e atende ao contexto educacional regional.
Esta comissão, tendo feito as considerações sobre cada uma das  dimensões avaliadas e sobre os requisitos legais, todos integrantes deste relatório e considerando também os referenciais de qualidade dispostos na legislação vigente ( Diretrizes da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior e este instrumento), atribuiu o conceito 4 de uma escala de 0 a 5.
O Curso Letras Espanhol hoje ligado ao Núcleo de Educação a Distância-NEAD do Câmpus Boa Vista tem como coordenadora a professora Maria Betânia Gomes Grisi, com graduação em Pedagogia e Mestrado em Educação que destaca a importância desse momento para o crescimento da Instituição frente a comunidade e agradece a toda equipe do NEAD que não mediu esforços para atender os requisitos do curso frente a esse processo. 
A Direção Geral do Câmpus Boa Vista parabeniza a equipe do NEAD por essa grande conquista.
http://www.ifrr.edu.br/campi/boa-vista/noticias/inep-mec-reconhece-o-curso-em-letras-espanhol-e-literatura-hispanica-na-modalidade-ead-do-campus-boa-vista 
Texto meu: senti falta de efetuar comentários pois está retornando erro, gostaria de ver o documento ou o link ou documento que validou o curso.

lunes, 14 de diciembre de 2015

Lei que dispõe sobre o ensino do espanhol

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Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
Dispõe sobre o ensino da língua espanhola.
        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
        Art. 1o O ensino da língua espanhola, de oferta obrigatória pela escola e de matrícula facultativa para o aluno, será implantado, gradativamente, nos currículos plenos do ensino médio.
        § 1o O processo de implantação deverá estar concluído no prazo de cinco anos, a partir da implantação desta Lei.
        § 2o É facultada a inclusão da língua espanhola nos currículos plenos do ensino fundamental de 5a a 8a séries.
        Art. 2o A oferta da língua espanhola pelas redes públicas de ensino deverá ser feita no horário regular de aula dos alunos.
        Art. 3o Os sistemas públicos de ensino implantarão Centros de Ensino de Língua Estrangeira, cuja programação incluirá, necessariamente, a oferta de língua espanhola.
        Art. 4o A rede privada poderá tornar disponível esta oferta por meio de diferentes estratégias que incluam desde aulas convencionais no horário normal dos alunos até a matrícula em cursos e Centro de Estudos de Língua Moderna.
        Art. 5o Os Conselhos Estaduais de Educação e do Distrito Federal emitirão as normas necessárias à execução desta Lei, de acordo com as condições e peculiaridades de cada unidade federada.
        Art. 6o A União, no âmbito da política nacional de educação, estimulará e apoiará os sistemas estaduais e do Distrito Federal na execução desta Lei.
        Art. 7o Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
        Brasília, 5 de agosto de 2005; 184o da Independência e 117o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 8.8.2005.









VERBOS



Los verbos irregulares en español son aquellos que necesitan ser memorizados, ya que no siguen las reglas generales para formar cualquier tiempo verbal.
En español hay una gran cantidad de verbos irregulares, motivo por el cual resulta especialmente difícil aprender a conjugar cualquier verbo, y hablar correctamente. Aunque un nativo te va a entender perfectamente aunque conjugues un verbo irregular como si fuese regular, la verdad es que suena bastante mal, y no te hace parecer especialmente inteligente.
¿Qué es un verbo irregular?
Un verbo irregular es aquel que posee conjugaciones particulares en las cuáles tanto la conjugación como su raíz pueden ir cambiando.
Es decir, un verbo irregular presenta irregularidades en la conjugación de los tiempos verbales, se desvía del modelo de la conjugación a la que pertenece, ya sea por cambios en su raíz, o la desinencia (conjugación).
Un verbo irregular, generalmente, no se rige de las mismas reglas de conjugación que utilizan la mayoría de los verbos. Por ejemplo el verbo hacer presenta irregularidad en el mismo presente de indicativo: Yo hago, tú haces, él hace. Otro ejemplo es el verbo oir: yo oigo, tú oyes, él oye.

Conjugar verbos irregulares

Hay varios tipos de verbos irregulares, pero principalmente tres tipos:
Irregularidad vocálica:
Cuando la modificación que sufre la raíz del verbo está formado por vocales. Ejemplo: Contar (yo cuento), Fregar (yo friego), Gobernar (yo gobierno)
Irregularidad consonántica:
  • Cuando se añaden una o más consonantes a su conjugación, o bien se sustituye una consonante por otra. Ejemplos: decir (digo), Hacer (haga)
  • Verbos que terminan en –ecer como anochecer (anochezca).
  • Verbos que terminan en –ducir como conducir (conduzco).
  • Verbos que terminan en –aer como caer (caigo).
Irregularidad mixta:
Son aquellos verbos que sufren tanto una irregularidad vocálica, como consonántica. Ejemplos: decir (digo).
Hay otro tipo de irregularidades menos importantes:
  • + Verbos con raíces supletivas que son aquellos que tienen dos o más raíces Ejemplo:
    Ser (somos, fuimos)
  • + Verbos defectivos, que son los que poseen una conjugación incompleta. En general sólo se conjugan en la tercera persona del singular.
    Ejemplo: llover (llueve). No se conjuga ni existe: “yo lluevo, tú llueves”.
Verbos Regulares
En general, debe considerarse por defecto a todos los verbos como regulares, por lo que únicamente tenemos que aprendernos los irregulares, así como su forma de conjugarlos.
No es necesario memorizar todos los tiempos y formas verbales, ya que los verbos regulares siguen una serie de patrones y reglas generales, que sirven para todos los verbos. Así que lo único que debemos hacer es aprendernos estas sencillas reglas para poder conjugar cualquier verbo (siempre que sea regular).



¿Qué es un verbo regular?
Un verbo regular es aquel que se conjuga de forma totalmente uniforme, sin modificar su raíz, y empleando las correspondientes terminaciones en cada modo y tiempo verbal, dependiendo de la conjugación a la que pertenecen.
Es decir, un verbo regular es aquel que sigue las reglas y los patrones generales de conjugación.
No es necesario memorizar la conjugación de estos verbos, ya que la misma regla es válida para conjugar cualquier verbo regular, en cualquier forma y tiempo verbal.
Por ejemplo, son verbos regulares los verbos amar, hablar, trabajar, comer, aprender, beber, vivir y recibir.

Conjugar verbos regulares
En los verbos en infinitivo, las dos últimas letras son la terminación (-ar, -er, -ir), y el resto es la raiz del verbo, ejemplo: Hablar, Comer y Vivir.
Cada una de estar terminaciones son un tipo de conjugación, y cada tipo de conjugación tiene sus propias reglas para formar todos los tiempos verbales:
  • Primera conjugación: verbos terminados en –ar
  • Segunda conjugación: verbos terminados en –er
  • Tercera conjugación: verbos terminados en –ir
Una vez que tenemos la raíz del verbo, conjugar cualquier tiempo o forma verbal es muy sencillo, puesto que sigue una serie de normas y reglas.
Ejemplos para conjugar el verbo en presente:
Yo amo (amar –ar +o) Yo como (comer –er +o) Yo vivo (vivir –ir +o)
Tú amas (amar –ar +as) Tú comes (comer –er +es) Tú vives (vivir –ir +es)
Estas reglas sirven para cualquier verbo regular.




El verbo es la parte de la oración o categoría léxica que expresa acción o movimiento, existencia, consecución, condición o estado del sujeto; semánticamente expresa una predicación completa. En la oración, el verbo conjugado funciona como el núcleo sintáctico del predicado (si el verbo está en una forma conjugada ocupará en general la posición del núcleo del sintagma de tiempo, y si no de un sintagma verbal ordinario).

Verbos reflexivos
La principal característica de estos verbos es que la acción recae específicamente sobre el sujeto. Indican que alguien está realizando una acción sobre sí mismo.
Este tipo de verbos siempre se forman con un pronombre reflexivo (me, te, se, nos os).
También con conocidos como verbos pronominales.
¿Qué es un verbo reflexivo?
Los verbos reflexivos son aquellos en los que el sujeto y el objeto corresponden a la misma persona. Es decir, la acción recae específicamente sobre el sujeto.
Un verbo reflexivo se puede convertir en verbo transitivo normal cuando no se utiliza el pronombre reflexivo o se utiliza uno diferente al que le corresponde al sujeto, y por tanto la acción se puede llevar a cabo sobre sí mismo (reflexivo: “yo me peino”), o sobre un tercero (transitivo: “yo peino a Juan” o “yo te peino”).
En el infinitivo suelen llevar el pronombre enclítico “se”, por ejemplo: peinarse, lavarse, mancharse, acostarse.
Conjugar verbos reflexivos
Los verbos reflexivos en española, siempre se utilizan junto a uno de los siguientes pronombres reflexivos:
  • Yo: me
  • Tú: te
  • Él, Ella, Usted: se
  • Nosotros/as: nos
  • Vosotros/as: os
  • Ellos, Ellas, Ustedes: se
Para conjugar el verbo en los diferentes tiempos verbales, tan sólo debemos seguir las reglas de conjugación del mismo verbo para los tres tipos de conjugaciones: -ar, -er o –ir.
Ejemplo: aburrirse => aburr + ir + se
  • Yo me aburro
  • te aburres
  • Ella se aburre
  • Nosotros nos aburrimos
  • Vosotros os aburrís
  • Ellos se aburren
Este tipo de verbos son utilizados con mucha frecuencia en español. Muchas de las acciones relacionadas con el aseo personal, o rutinas diarias son reflexivas.